segunda-feira, 28 de setembro de 2009
A dor da vitima do Silêncio!!!
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Esse é um jogo onde não há vencedores!

Desculpem-me, confesso que não tem o menor teor humorístico no que acabara de se passar na nossa "casa de leis". Pois, como disse em postagens anteriores, "o Senado é uma casa em ruína moral", é uma morada de desregrados e insolentes.
Infelizmente, no Brasil, temos uma política-prática onde o que prevalece é a bandidagem.
O prostibuloso Senado Federal é hoje uma desgraça política, onde senadores usam a tribuna para fazer shows, contar piadas, cantar, discutir relações e proferir ofensas pessoais regadas a palavreados medíocres.
Suplicy, com toda a sua cena montada, mostra cartão vermelho àquela coisa que, ainda, preside o badalado Senado Federal, mas esquece que ao seu lado existem outros vagabundos, que por sua vez, estão rindo de seus ataques estéricos na tribuna. Já o colega e amigo de Suplicy, o senador Heráclito Fortes, que também foi expulso do joguinho protagonizado por Suplicy, apossa-se dos microfones para bradar que o senador Suplicy está faltando com a sinceridade ao tratar da renúncia de Sarney. Mas, com que moral? (nenhuma, é claro. Pois no Senado de hoje são poucos, se não, nenhum, dos senadores que possuem valores morais).
Suplicy, no auge da crise na casa, mostrou-se um ser omisso e vulnerável a banalidade e a insignificância. Enquanto a Ética ia pelo ralo, com afrontas de todos os lados, Suplicy usa a tribuna para chorar uma canção em inglês. Agora, após o leite derramado, esboça um teatro do absurdo querendo posar de mocinho e de ultimo guerreiro pala exaurida Ética. Heráclito, político pelo qual não nutro simpatia alguma, foi feliz em expor sua significativa hipocrisia em um ato de total "ridicularidade" vindo de um homem que abriu mão de ter reconhecimento para tornar-se um bombo da corte, pau-mandado. A postura desonrosa do senador Suplicy, omisso e logo após árbitro, na tribuna com atitudes estudadas e visivelmente forçada, só não conseguiu ser pior que a "renúncia irrevogável" do então líder do PT no senado, senador Mercadante. Que, ao menos, mostrou sua verdadeira face ante o povo brasileiro que o assistia e dele esperava uma atitude honesta e um gesto de honra e força.
Não é de se descartar a possibilidade de que Suplicy tenha buscado uma verdadeira vitória em prol da Ética. Mas, o que se pôde ver na encenação é que ele demonstrou ser mais um a aproveitar a vontade do povo e a confiança a ele depositada, para aparecer e tirar dai proveitos políticos.
Os noticiários que vemos em todos os jornais e telejornais nos últimos anos, nos remetem a uma infeliz realidade, que nos expõe ao mundo, de maneira absurdamente deprimente, ao ridículo. Isso, em vista moral, é uma afronta a soberania nacional que tanto padece nas mão desses descrupulosos de colarinho branco.
"Cartão vermelho" para essa pouca-vergonha e "Cartão preto" para a sociedade brasileira.
"Precisamos reinventar a democracia, pois está que vivemos ainda é muito cruel".
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Quem manda nessa porr.. sou eu!


Como diria meu avô: "Ele é raposa velha!"
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Redução de R$ 376,4 milhões nos gastos do Senado

Você acha que essa proposta será aceita? Se depender deles, ela vai pra gaveta! khakhakha...
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sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Segurança Pública em comento

Os organismos mais significativo de segurança pública no Brasil, sem dúvidas, são as corporações militares, não apenas pela grande quantidade de efetivo, mas porque são as primeiras, ou por quê não dizer, as únicas dispostas a atenderem os pedidos de ajuda da população contra perigo atual ou iminente.
As polícias modernas foram criadas com o intuito especifico de manter a ordem pública e proporcionar segurança, servindo ao regime político e evitando levantes público. O fato da Polícia Militar e Corpo de Bombeiro Militar está sob parcial controle do Exército, se dá devido algumas preocupações das Forças armadas. Pois a quantidade do efetivo das Policias Militares no Brasil é o dobro do efetivo das tropas do Exército.
Deste modo, apesar das polícias militares servirem aos governos civis de seus respectivos Estados, elas não tem normas, códigos e regulamentos p´roprios, mas estão sob auspicios normativos do Exército. Tais questões explicam o dilema da própria formação dos agentes de segurança pública das polícias militares. Em suma, os agentes de segurança publica pertencentes as polícias militares têm em seu periodo de formação ensinamentos restritos das Forças Armadas. Porém, é sábido de todos que a missão das Forças Armadas é de preparar os seus militares para a guerra e deixá-lo preparado para eliminar os inimigos. Quanto ao objetivo da Policia Melitar no Brasil, como ja foi dito, é a polícia ostenciva e preservação da ordem pública. O que significa dizer, estabelecer e manter a ordem e principalmente proteger as pessoas e seus bens, conservando-lhes, acima de tudo, a vida.
Partindo para um ponto mais específico, vejamos um fato intrigante que aflinge a clase policial, em especial as Polícias Militares, estendendo-se, também, aos Bombeiros Militares que, como notório no decorrer do texto supracitado, possuem as mesmas características de Polícia Militar. É claramente visível no seio das PM's o fato de seus integrantes pertecerem às camadas sociais baixas e terem que se isola-las ou afasta-se delas após o ingresso nas suas corporação, por exigência da própria formação e de seus códigos, normas e regulamentos. (neste sentido, o Código Disciplinar da PMCE [Lei °13.407/2003], classifica como transgressão média "frequentar lugares incompativeis com o decoro social ou militar.", art. 13 § 2°, alinea L).
Vale lembrar que os policiais militares são so únicos funcionarios estaduais que podem se presos sem ordem judicial e sem estarem em estado de flagrante delito (CF art. 5°, LXI), e sem direito de Habeas corpus (CF art. 42, §1° c/c art. 142, § 2°). lembrando-se do distanciamento excludente e discriminador muito profundo entre as praças (de Soldado a Tenente) e oficiais (de Tenente a Coronel). Além do enorme desnível subisidial remuneratório, as atividas criam um aparthaid deprimente entre as duas categorias. "Muitos Soldados têm formação superior, no entanto, não existe nenhuma perspectiva de crescer na instituição; entram soldados e morrem soldados, e apesar de haver oportunidade, é extremamente difícil alcança-la." (Adriano Oliveira. Um Estudo Etnográfico da Instituição Policial Militar, Associação Cearense do Ministério Público - ACMP).
Este despreparo na carreira policial militar das praças tem proporcionado uma anomalia profunda no seio das PM's de todo o Brasil, o que, por tabela, estimula um serviço totalmente despersonalizado e de baixo teor qualitativo.
A Constante e, porque não dizer, prerrogativa, espiral de ações ilícitas que afligem o território brasileiro, numa diversidade de fatos típicos e crescente concurso de pessoas com animus delictum uníssonos, isinuam abalar as instituições legalmente constituídas, senão o proprio Estado Democrático de Direito.
Os criminosos que se proliferam dioturnamente escorados na fragilidade estatal, fustigam a sociedade de forma banal, sem temor algum em relação as normas jurídicas ou mesmo ao Estado que é detentor do jus puniedi, tratando-os com notório desdém. Há, sem dúvidas, uma relevante necessidade de intervenção, com sumária eficácia, nas intrigantes investiduras ilícitas, sobretudo devido a variação constante em seu modus operandi dando a entender que estão, sempre, um passo á frente da lei.
Ambicionando afrontar tal conjuntura abrigada, as forças auxiliares do Exército Brasileiro, hão de serem aprovisionadas com viaturas, armamento, sistema de comunicação, equipamento de informática, modernos e sofisticados, não obstante o sempre necessario aumento do efetivo. Tal ampliação deve ser conduzida peri passu, observando-se a duas imprescindíveis e inseparaveis providências (1 - instrução e treinamento. 2 - remuneração compativel ao elevado risco de morte), visto que, o seu não cumprimento, acarretará em uma brutal fragilização em relação aos astronômicos gastos com o acréscimo operacional, detendo, desta forma, primazia dentre outras providências.
Como é sobejamente sabidos, os integrantes das Polícias Militares dos Estados e Distrito Federal, não são detentores do direito ao FGTS, aviso prévio, pagamento de horas-extras, adicional noturno, filiação sindical e direito de gréve; Direitos não assistidos esses que afetam-lhes o bem-estar social e a própria dignidade, tornando restrita e deprimida sua cidadania.
Além da injusta política salarial proporcionada a maioria dos policiais militares, o miliciano chefe de família é frequentemente ameaçado e condenado à morte pelo crime organizado. Seu instrumento de trabalho é uma arma municiada e seu corpo torna-se um alvo visível e inconfundível pela farda, encontrável a qualquer hora.
A Casa Civil da Presidência da República, com a promulgação da Lei n° 11.361/2006 e Lei 11.663/2008, melhorou os subisídios remuneratórios dos policiais militares e das carreiras de delegados de polícia, incluindo o Corpo de Bombeiros Militares, do Distrito Federal.
O ânimo do policial militar é o seu salario e o seu justo soldo.
Sem muitas considerações finais, pesso vênia em prol da sociedade militar, para que abramos os olhos para a segurança, inteiramente fragilizada, do nosso país.
Reflexões:
"(...) Se o penhor dessa igualdade conseguimos conquistar com braço forte, em teu seio, ó liberdade, desafia o nosso peito a própria morte!
Ó Pátria amada, idolatrada, Salve! Salve! (...)"
"(...) Mas, se ergues da justiça a clava forte, varás que um filho teu não foge à luta, nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada
Entre outras mil, és tu Brasil, ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!(...)
De que nos é válido tão belas palavras, quando em realidade evidente, não as vivenciamos em momento algum? Ou será que a verdade realmente é a dita pelo ilustre compositor Raul Seixas, "O Exército é o emprego para quem não têm nenhuma vocação!"?
A verdade é que nós temos de reinventar a democracia. Pois, esta que vivemos é, ainda, muito cruel.
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